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  02:39

 Foto: Divulgação/SSP

O homem apontado como um dos líderes de uma organização criminosa especializada em roubo de cargas, morto neste domingo (30) durante uma operação em Campo Maior, tinha atuação em estados das regiões Norte e Nordeste. Identificado pelos apelidos de “Barão” e “Mestre”, ele era um dos alvos da investigação conduzida pelo Departamento de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO).

Durante a abordagem à carreta em Campo Maior, os policiais prenderam em flagrante dois suspeitos que são investigados por integrar a organização criminosa. Segundo a polícia, um deles seria responsável pelo transporte das mercadorias, enquanto o outro atuaria como comparsa.

A investigação teve como origem o roubo de uma carga ocorrido na última quarta-feira (26), em Lagoa do Piauí. Na ocasião, o motorista foi feito refém e mantido em cárcere privado enquanto os criminosos realizavam o transbordo da mercadoria para outro veículo.

Como parte das diligências, a polícia localizou um galpão na zona Sul de Teresina, onde foram encontrados outros veículos utilizados pelo grupo na prática dos crimes, incluindo uma carreta. A carreta usada para transportar a carga roubada também foi localizada.

Ao todo, cerca de 30 toneladas de mercadorias foram recuperadas, entre elas azeite de oliva e azeitonas.

Durante a abordagem em Campo Maior, houve uma troca de tiros entre os policiais e os suspeitos. Barão foi atingido pelos disparos, não resistiu aos ferimentos e morreu.

Líder morto já era investigado 

As investigações apontam que "Barão" já era investigado por envolvimento em outras ocorrências no Piauí. Entre elas está um caso registrado no município de Monsenhor Gil, envolvendo o roubo de uma carga de whisky.

Ainda segundo a polícia, parentes do suspeito também estão presos por envolvimento nesse tipo de crime. Integrantes da mesma família são investigados por ocorrências registradas no Piauí, Maranhão, Ceará, Pará e Tocantins.

A operação contou com o apoio da Força Estadual Integrada de Segurança Pública
(FEISP), do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), do Batalhão Especializado dePoliciamento do Interior (BEPI), da Diretoria de Inteligência Estratégica (DINTE) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

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