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  18:41

A Polícia Militar do Piauí decidiu pela expulsão do sargento Avelar dos Reis Mota, conhecido como sargento Mota, dos quadros da corporação após infrações que envolvem a utilização da condição de militar para obter facilidades pessoais e por apropriação de bens particulares. Ele foi  condenado a 4 anos, 2 meses e 12 dias de prisão por invadir uma residência e furtar um perfume em Teresina.

Ao g1, o corregedor da Polícia Militar, coronel Newmarcos Pessoa Basílio, informou que a decisão ainda será encaminhada para sanção do Governo do Piauí e que a defesa de Mota ainda poderá recorrer. O sargento segue na corporação em serviços internos até a conclusão do procedimento.

A defesa do sargento afirmou que ainda não foi informada sobre a decisão da Polícia Militar.

Condenação por furto de perfume

O sargento da Polícia Militar do Piauí, Avelar dos Reis Mota, conhecido como sargento Mota, foi condenado a 4 anos, 2 meses e 12 dias de prisão por invadir uma residência e furtar um perfume em Teresina. A condenação foi decidida no dia 15 de outubro pela Vara da Justiça Militar de Teresina.

O crime ocorreu em fevereiro de 2023. Segundo a Justiça, o sargento usou uma chave falsa para entrar na casa. , A defesa do réu afirmou que faltou perícia para verificar a veracidade das provas apresentadas.

O furto foi no dia 15 de fevereiro de 2023, por volta das 16h, no bairro Areias, Zona Sul de Teresina. Na ocasião, o sargento estava escalado para trabalhar no bairro Promorar, mas foi até a casa da vítima, com o cabo Wellington da Silva, que dirigia a viatura.

Segundo o processo, o sargento entrou na casa, que ainda estava em construção, sem autorização e sem mandado judicial. Ele usou uma chave falsa e furtou um perfume. Ao sair, tentou danificar a câmera de segurança. Como não conseguiu, cortou os fios de energia.

Em julho de 2023, outra viatura foi até o local. A vítima contou que um policial encapuzado atirou contra a câmera de segurança, destruindo o equipamento. Ela também relatou que, dias após o furto, outros policiais apontaram armas para o local da câmera e fizeram novos disparos.

As imagens das câmeras da casa e de vizinhos foram fundamentais para a condenação. O Ministério Público afirmou que ficou comprovado que o sargento entrou sem autorização e cometeu o furto. Testemunhas e a escala de serviço também confirmaram o crime.

A pena será cumprida em regime semiaberto. O juiz aplicou uma agravante por abuso de poder, já que o crime foi cometido durante o serviço. Os antecedentes criminais do sargento também influenciaram na decisão.

A sentença permite que o sargento recorra em liberdade.

Fonte: G1

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